domingo, 20 de dezembro de 2009
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Declaração declarada
(Priscilla Fujiwara)
Saudades do tempo em que amava
Tão intensamente que me perdia
De mim e só me reencontrava em ti
Minha alma ficava distendida
No seu varal, no quintal, enfim
Ah, como eu quero voltar a sentir de novo
Você dentro, embaixo, sob ou fora
Mas aqui
É uma declaração, declarada
Que o amor sobreviveu
Aos anos, a dor, a nós a mim
Quero o amor, e que se foda amar.
Volte amor, que o resto a gente resolve.
O amor não tem nome
Nem rosto ou cheiro
Mas quando tem dono, morre
Amar é preciso, viver não.
Saudades do tempo em que amava
Tão intensamente que me perdia
De mim e só me reencontrava em ti
Minha alma ficava distendida
No seu varal, no quintal, enfim
Ah, como eu quero voltar a sentir de novo
Você dentro, embaixo, sob ou fora
Mas aqui
É uma declaração, declarada
Que o amor sobreviveu
Aos anos, a dor, a nós a mim
Quero o amor, e que se foda amar.
Volte amor, que o resto a gente resolve.
O amor não tem nome
Nem rosto ou cheiro
Mas quando tem dono, morre
Amar é preciso, viver não.
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